sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Os Tesouros da Vida São as Pessoas

Sua presença é um presente para o mundo.
Você é única e só há uma igual a você.
Sua vida pode ser o que você quer que ela seja.
Viva os dias, apenas um de cada vez.
Conte suas bênçãos, não os seus problemas.
Você os superará, venha o que vier.
Dentro de você há muitas respostas.
Compreenda, tenha coragem, seja forte.
Não coloque limites em si mesmo.
Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.
As decisões são muito importantes para serem deixadas ao acaso.
Alcance o seu máximo, seu melhor, seu prêmio.
Não leve as coisas tão a sério.
Viva um dia de serenidade e não de arrependimento.
Lembre-se que um pouco de amor dura muito.
Dura sempre! Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.
Os tesouros da vida são as pessoas.Perceba que nunca é tarde demais.
Faça a coisa simples, de uma forma simples.
Tenha saúde.Viva melhor.
Faça como os passarinhos.
Comece o dia cantando.
A música é o alimento para o espírito.
Cante qualquer coisa, cante desafinado, mas cante!
Cantar dilata os pulmões e abre a alma para tudo de bom que a vida tem por oferecer.
Se insistir em não cantar, ao menos ouça muita música e deixe-se absorver por ela.
Ria da vida. Ria dos problemas. Ria de você mesmo.
Ria das coisas boas que lhe acontecem.
Ria das besteiras que fez.
Ria abertamente para que todos possam se contagiar com a sua alegria.
Não se deixe abater pelos problemas.
Se você se convencer de que está bem,vai acabar acreditando e se sentindo bem.
O bom humor, assim como o mau humor, é contagiante.
Qual deles você escolhe?
Leia coisas positivas.
Leia bons livros, poesias, pois a poesia é a arte de aceitar a alma.
Pratique algum esporte.
O peso da cabeça é muito grande e ter que ser contrabalançado com alguma coisa.
Você certamente vai se sentir bem disposta,mais animada e mais jovem.
Encare suas obrigações com satisfação.
É maravilhoso quando se gosta do que faz.
Ponha amor em tudo o que estiver ao seu alcance.
Quando for fazer alguma coisa, mergulhe de cabeça.
Não viva emoções mornas, próprias de pessoas mornas.
Não deixe as oportunidades que a vida oferece.
Elas não voltam.Nenhuma barreira é intransponível se você estiver disposto a lutar.
Não deixe que os problemas acumulem.
Resolva-os logo!
Fale. Converse. Escute. Brigue.
O que mata é o silêncio e o rancor.
Exteriorize tudo, deixe que as pessoas saibam que você as estima, as ama, precisa delas, principalmente em família.
Amar não é vergonha.

Autoria Desconhecida


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A Felicidade não Depende...

A felicidade não depende do que acontece ao nosso redor!

Mas do que acontece dentro de nós!

A felicidade se mede pela forma

que enfrentamos as curvas da vida!

É fácil sentir-se deprimido!

Portanto, a felicidade exige valentia!

A felicidade não consiste em fazer sempreo que desejamos, mas sim, em querer bem o que fazemos!

A felicidade nasceao colocarmos nossos corações em tudo que fazemos!

A felicidade não tem receita!

Cada um a cozinha com o tempero de sua própria meditação!

A felicidade não é uma pousada no caminho!

Mas uma forma de caminhar pela vida!

Os sofrimentos poluem a alma!

Enquanto que as alegrias colorem e dão brilho!

Tome em tuas mãos o pincel da existência e pinte sua vida com as cores da alegria!

O resultado se chamará: Felicidade!

Autoria Desconhecida

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O vigor dos Mitos

Antônio Mesquita Galvão *

O homem sempre teve medo de muitas coisas, como a morte, a solidão, a doença, a injustiça e as ameaças metafísicas. Por isso adotou os mitos. O culto aos mitos, revela que antes das religiões e das crenças, o homem dissipou, através deles a soma de seus medos. O ser humano, por conta de sua finitude e limitação, muitas vezes tem medo de viver, e por conta disto sempre buscou cultuar a memória de heróis, semideuses, demiurgos e guerreiros, vencedores, das ameaças da natureza, nos confrontos com os seres (naturais ou sobrenaturais).
Quem viaja pela Grécia sente pulsar, como legendas vivas, os inúmeros mitos que por lá surgiram e que povoam o imaginário humano do mundo inteiro, até hoje. Os modernos poetas helênicos aconselham os visitantes: "Viva seu mito na Grécia". Desde o mito, como um assessório da vida, a pessoa é convidada a ver mais, fazer mais e ser mais. Nisso consiste o ideal humano na busca da felicidade. Homero afirma, em sua Odisséia que "você não sentirá a força do mito, na procura do caminho do Odisseu (Ulisses) nem nas memórias dos Lacedemônios (espartanos) se você não procurar encontrá-los em seu coração". Precisa ser um pouco grego ou pensar como eles para entender isso de forma adequada. O vigor do mito só pode ser desfrutado pela sensibilidade do coração.
O estudo dos mitos, dentro de algumas perspectivas, como da psicologia junguiana, por exemplo, é fundamental para que o ser humano se conheça a si mesmo. O mito como parte de um jogo dialético, responde aos porquês do homem de todas as épocas. Apesar de apresentar uma explicação encarada como fantástica e ilusória, não há como negar sua forte carga de imagens, símbolos e alegorias capazes de penetrar na mente humana, justificando sua apropriação pela psicanálise. Por detrás da formulação de um mito sempre vamos encontrar alguma referência a um estado de necessidade do ser humano.
A adição do mito ao con-texto da existência humana torna-se pré-texto para a eleição de algo superior, um socorro, um esteio. O mito assume assim o papel de uma ferramenta psicológica e afetivamente saudável, plena de objetivos de valor e de sentido. O mito ajuda o homem a delinear um sentido para a sua vida. Na verdade, há milênios o homem cria seus mitos que refletem, (até hoje) a sua própria natureza, os sentimentos interiores, medos, desejos mais profundos, sempre acrescidos por elementos que remetem a existência à imortalidade, ao prazer e a satisfação de cada sentimento e emoção (humana), que se torna divina.
Culturalmente, o mito é sentido e vivido antes de ser inteligido e formulado. Assim, ele é a palavra, a imagem, o gesto, que circunscreve o acontecimento no coração do homem, antes de fixar-se como narrativa. A despeito de algumas correntes tentarem reduzi-lo a simples conjunto de lendas, há no mito toda uma potencialidade universal. Poucos se dão ao trabalho de verificar a verdade que existe no mito, buscando apenas a ilusão que o mesmo contém.


* Doutor em Teologia Moral

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A Diferença que Faz Diferença

Imagine que você está assistindo a uma corrida de cavalos em que oprimeiro colocado terá direito a um prêmio de quinze mil dólares e osegundo lugar receberá cinco mil dólares. A disputa é acirradíssima na reta final. Todos torcem com grande vibração.
Os jóqueis usam toda sua técnica para que os cavalos dêem tudo de si, e a diferença na chegadaacaba sendo de poucos centímetros entre o primeiro e o segundo.Já que o prêmio para o segundo é uma quantia três vezes menor do que oprêmio conferido ao primeiro colocado, poderíamos supor que é trêsvezes menos veloz do que o outro? Claro que não!
A diferença entreeles foi mínima, porém o nome do vencedor continuará na lembrança detodos por muito tempo e dentro de alguns dias quase ninguém maissaberá o nome do segundo colocado.A mesma coisa acontece com o sucesso entre os seres humanos. Uma pequena diferença em desempenho produz uma diferença enorme nos resultados.
A diferença é que o indivíduo bem sucedido faz pequenas coisas que,constantemente, em pontos estratégicos, serão decisivas.
A distância entre o fracasso e o sucesso é medida em centímetros! Na história dos dois cavalos, quanto é que o segundo lugar teria quecorrer mais depressa para ganhar do primeiro?
Quase nada. Mas é porcausa de uma fração de segundos de diferença que o primeiro ganhou umprêmio de quinze mil dólares e, o segundo, apenas a terça parte disso,sem que o vencedor precise ser três vezes mais rápido que o perdedor.Observe agora sua própria vida e veja se não ocorre exatamente domesmo jeito...
Pequenos detalhes que você vier a melhorar em seu dia-a-dia poderão fazer uma grande diferença no resultado.
Quais são esses pequenosdetalhes para você? Bastam algumas atitudes simples, que não dependem de muito sacrifício da sua parte mas que, no cômputo do fim do mês, no balanço do fim doano, poderão fazer uma extraordinária diferença no seu saldo bancário,na sua habilidade em pagar suas contas sem qualquer problema eprincipalmente, na sua capacidade para ser próspero e feliz.

Lembre-se: O que você faz hoje determina o que você será amanhã.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Eis que estou à porta

"Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele" (Ap. 3,19)
Essas palavras não pertencem ao texto dos nossos quatro Evangelhos, mas fazendo parte do Apocalipse, pertence ao Evangelho eterno que reúne todas as mensagens que Deus dirige aos homens e mulheres.
Elas não conduzem a um episódio histórico determinado. Exprimem uma experiência que pode ser de ontem, de hoje ou de amanhã, um apelo que, sem cessar, ressoa em meu coração, como em meus ouvidos e me comovem.
"Eu estou à porta..." Ele andava rapidamente. Eu sabia, ou melhor, sentia que ele se dirigia à minha casa, e me retirei apressado, da janela, para que ele não me percebesse.
Porque eu não estava seguro de lhe abrir a porta.
Suas visitas provocam em mim uma impressão contraditória.
Nós nos conhecemos há muito tempo.
Houve uma época em que éramos íntimos.
Depois, nossos encontros se espaçaram.
De um lado, eu me sentia honrado e feliz de tê-lo em minha casa.
De outro lado, eu me sentia mal.
Ele provocava em mim questões pessoais inesperadas, que agiam como queimaduras em meu íntimo.
Eu tratava de levar o assunto para o domínio das idéias e das doutrinas, mas ele voltava sempre para as coisas íntimas sobre as quais eu temia falar.
Muitas vezes ele veio e eu, ao invés de abrir a porta me escondi, mas não sem remorso e vergonha. Agora, ele vem à minha porta.
Não à porta principal da minha casa, mas a uma porta lateral, menor.
No começo de nossa intimidade, quando eu não tinha segredos para ele, eu lhe havia pedido para vir sempre por essa porta, deixando a grande porta da frente para os estranhos e as visitas de cerimônia.
Depois, comecei a sentir um mal-estar por ter-lhe oferecido essa porta lateral.
Entrando por ela, ele atravessava os cômodos mais familiares de minha casa, nem sempre arrumados.
Parecia interessar-se por minha sala de jantar, minha cozinha, meu quarto. Eu temia que ele descobrisse certas coisas que não eram o que deviam ser.
Para cortar de vez suas visitas, condenei a porta lateral, e comecei a fazê-lo entrar pela porta da frente.
O tratamento que passei a lhe dar fez com que suas visitas se tornassem frias, formais e cada vez mais raras. Eis que ele chega hoje à porta lateral.
Ela está fechada. Depois que foi condenada, uma vegetação selvagem começou a cobri-la.
A fechadura ficou toda enferrujada. Mas ele pára diante da sua porta e olha para ela. Será que vai tocar, mostrando que deseja refazer as relações íntimas de outrora? Ele toca. Será que abro? Nada está pronto para recebê-lo.
Tudo se encontra em completa desordem. E onde está a chave dessa porta? Ele bate de novo. Eu observo de longe, ele toca suavemente, lentamente.
Noto que seu olhar se dirige diretamente em frente, para a porta. Sua expressão é grave, atenta, mas não impaciente.
Parece concentrar-se, não sobre a porta e a resposta que lhe darei, mas sobre a graça que o Pai pode inspirar-me.
Ele continua tocando. "Estou à porta e bato". Que fazer?
Não posso viver sem sua presença, e não posso suportar sua presença.
Se abro, será que ele vai me fazer questionamentos?
Tentarei desculpar-me? Só posso abrir, se me decido a entregar-me a ele, sem condições...
Então não haverá problemas... dirijo-me à porta.
Abro-a com dificuldades, por causa das plantas parasitas que aí cresceram.
"Senhor, entre, tu sabes..." Eu ia dizer: "tu sabes, Senhor que, apesar de tudo, eu te amo!"
Mas não ouso continuar a frase, e um soluço me impede a voz.
Ele me olha com um sorriso calmo e diz: "eu sei... vou cear com você, hoje".
Eu me assusto: "Senhor, eu não preparei a ceia, não tenho nada do necessário".
Ele responde: "Sou eu que o convido.
Eu quero em tua casa celebrar a minha ceia".

Monge oriental